Baku tem dessas coisas. Você olha para a corrida, pensa que já entendeu o roteiro e, de repente, basta uma freada um pouco mais forte, um pneu travado ou um muro aparecendo perto demais para tudo mudar. E foi exatamente assim no Grande Prêmio do Azerbaijão.
George Russell largou na pole, fez uma primeira metade de corrida praticamente sob controle e parecia ter construído uma vantagem confortável. Só que, em Baku, conforto é uma palavra que eu usaria com bastante cuidado.
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