O TSE julgou pelo menos 52 processos relacionados à influência do crime organizado em campanhas eleitorais ou à cooptação de candidatos desde 2010.
Desse total, 17 casos — um terço — foram analisados apenas em 2024. Em 15 casos, houve afastamento ou perda do cargo. Nos outros 37, a Corte impediu que os envolvidos disputassem as eleições.
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