A três dias do segundo turno das eleições presidenciais, o WhatsApp se tornou mais um campo de disputa entre as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
Por meio de canais administrados por aliados políticos, os dois lados mobilizam milhões de seguidores com missões para conquistar votos e ampliar a circulação de mensagens favoráveis aos candidatos.
Os principais exemplos são o “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), e a “Tropa do Flávio”, criada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Embora não sejam os canais oficiais dos presidenciáveis, os grupos concentram parte importante da mobilização digital das campanhas.
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Como o texto foi mantido pelo relator, a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação